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FESTAINHA – Festa da Tainha no Sitio Ponta Armação – 07, 08, 09 de junho de 2013

Festa movimenta a Praia Branca, Guarujá, no Sitio Ponta da Armação, no mês de junho. Terá inicio na sexta(07) e terminara as 18 horas do domingo (09). Tainha Assada é o carro chefe acompanhado de 2 guarnições que que servem bem 2 pessoas. DJ que apresentara uma seleção de musicas de Forro(07) e MPB (08) e para fechar a festa Banda De Choro e Samba(09). Venha conhecer um mais Belos do Guarujá.

Aguardamos sua presença!

20 de Abril, show do Peixelétrico na Praia Branca, no Larica´s Point. Não percam, vamos relembrar os velhos tempos…

Show movimenta a Praia Branca, Guarujá, no Larica’s Point, esta semana. Exatamente no sábado (20) a noite, sobe ao palco a banda Peixelétrico, que vai apresentar músicas dos três CDs já lançados, além de canções de Bob Marley, Gilberto Gil, Alceu Valença, entre outros.

Slackline

Molecada arrebenta!

Depois do campeonato que rolou a molecada levou a serio e Djalma e Vinicius Mota já mostram toda força na fita. Confira as fotos!

Pascoa Surf Reggae

Laricas Point – Praia Branca – Guarujá – SP

Apresenta: TRIO DA LUA
Bandas ao Vivo 06/07/08 de Abril 2012

Deivid Silva 2ª temporada no Havai

 Neste ultimo Natal o Atleta Deivid Silva, local da Praia Branca – Guarujá, viajou para sua segunda temporada Havaiana. 

Pegou os melhores e mais conhecidos picos como a famosa onda de Waimea.

Em breve um galeria com as ondas da temporada.

Praia Branca

Praia Branca - Guarujá

Ela é considerada uma das orlas mais bonitas do litoral paulista e do Brasil. Situada na reserva ambiental da Serra do Guararu (Guarujá), Praia Branca (o nome deve-se a cor de suas areias) já começa a se destacar na região por ser isolada.

O acesso ao “paraíso escondido” é feito por uma trilha pela mata atlântica de cerca de 20 minutos que parte da balsa de Bertioga. Nela há lanchonetes caso seja necessária uma parada estratégica. Outra opção é fazer o caminho de barco. Clique em Serviçois

Comunidade Caiçara

A palavra “caiçara” tem origem tupi-guarani. Caa significa pau, mato; içara quer dizer armadilha. Caiçara é um tipo de proteção feita de galhos e varas que os índios usavam em volta de suas casas ou para pescar. Com o tempo, a palavra passou a ser usada para identificar esse povo que leva uma vida moldada pelo mais diversificado e recortado trecho litorâneo do país. O território caiçara se estende desde a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, até o norte de Santa Catarina, incluindo o litoral de São Paulo e do Paraná. Inicialmente designava apenas a indivíduos que viviam da pesca de subsistência. Mais tarde, o termo caiçara veio designar diversos itens de cunho cultural no litoral brasileiro, mais precisamente no sul e sudeste.

As comunidades caiçaras nasceram a partir do séculoXVI da miscigenação de brancos de origem portuguesa com grupos indígenas das regiões litorâneas do estado de São apulo (Tupinambás) e do oeste fluminense. Também houve o aporte de negros libertos que se afastaram das influências das áreas urbanas (cidades e vilas).

As populações tradicionais caiçaras têm tido, cada vez mais, seu modo de vida  alterado irreversivelmente com o contato e à exposição direta com uma cultura diversa que se sobrepõe cada vez mais à sua, os jovens caiçaras são os mais vulneráveis a incorporar o que os meios de comunicação, turistas e moradores de áreas urbanas colocam como padrão de práticas culturais e sociais.

Na comunidade caiçara da Prainha Branca, localizada no município do Guarujá, em São Paulo, a realidade é essa: milhares de turistas todos os anos. O contato diário demuitos moradores com áreas urbanas , rádio e televisão presentes desde a chegada da energia elétrica, em 1982. Diante da modernidade, sua cultura, suas práticas, costumes, valores e seu modo de vida tradicional, acabam sendo subjugados, até mesmo por seus jovens locais, entre os quais alguns nem sequer se reconhecem como caiçaras.

Como agravante dessa situação de metamorfose de sua identidade, que relega diversos aspectos de sua cultura à memória, e que deixam de existir na prática, destacamos o perigo que essa população corre de perder suas terras caso essa identidade seja diluída, num contexto em que autoridades poderiam, futuramente, deixar de reconhecê-los como caiçaras, já que parte considerável dos jovens locais está migrando para as cidades e/ou não se auto-identifica como caiçara, sobretudo em situação em que a identidade deveria ser ainda mais presente, revelando-se como resistencia à especulação imobiliária presente nessa área do litoral paulista .

Os condomínios luxuosos instalados nas praias de Iporanga, São Pedro e Taguaiba,  são um exemplo do que tem acontecido em todo litoral, com a remoção das Comunidade Caiçara, privatização das  praias, violação do direito de ir e vir das comunidades do entorno .

A Política Ambiental implementada na região desconsidera historicamente a presença das comunidades nos seus territórios, proibindo-as de manter práticas tradicionais como plantar e pescar e até mesmo construir ou reformar suas moradias, através de uma estratégia de intervenção incompatível com as possibilidades de manejo sustentável da biodiversidade na Mata Atlântica.

Com o fim da pesca como principal atividade de sustento dos habitantes da Prainha Branca, temos que buscar  pontos que continuem identificando essa população como caiçara, especialmente no contexto de uma comunidade cada vez mais integrada aos valores urbanos que caracterizam nossa sociedade atual. A resposta poderia ser seu vínculo com o mar, de caráter fundamentalmente simbólico, e a manutenção de certos elementos culturais próprios, como suas festas, lendas, músicas e artesanatos tradicionais, a prática do mutirão, as decisões comunitárias , entre outros elementos. Um dos pontos de unidade da população da Prainha Branca, além de certos elementos culturais e sociais próprios, cada vez mais relegado ao passado, é a luta pelo direito sobre suas terras, das quais se apossaram há muito tempo. Vemos a incorporação de alguns valores modernos como algo bastante arriscado para a manutenção de tal luta.

RDS
Praia Branca

Unidade de Conservação

  • Art. 2º da Lei nº 9.9 /85
  • Espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.”

 

CATEGORIAS DE MANEJO

USO SUSTENTÁVEL:

  • Área de Proteção Ambiental (APA);
  • Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE);
  • Floresta Nacional (FLONA);
  • Res. Extrativista (RESEX);
  • Res. Part. do Patrimônio Natural (RPPN);
  • Reserva de fauna;
  • Res. de Desenv. Sustentável (RDS).

 PROTEÇÃO INTEGRAL:

  • Estação Ecológica (ESEC);
  • Reserva Biológica (REBIO);
  • Parque Nacional (PARNA);
  • Monumento Natural;
  • Refúgio da Vida Silvestre.

METAS APA

  • Ordenar turismo recreativo, atividades de pesquisa, atividades pesqueiras.
  • Promover ações em parceria para geração de renda de modo sustentável;

 

COMPOSIÇÃO DO CONSELHO GESTOR
Decreto Estadual Conselhos Gestores em APAs
APA Marinha Litoral Centro:
-24 representações (paritária Poder Público e sociedade civil organizada)
– 4 Municipal   12 governo:  5 Estadual   3 Federal 12

sociedade civil:

setor pesqueiro:

  •     6 cadeiras (2 industrial; 4 artesanal)
  •     turismo e esportes náuticos: 2
  •     entidades ambientalistas defesa do mar: 2
  •     educação & pesquisa: 2

 

RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (RDS) é uma categoria de   UNIDADE DE CONSERVAÇÃO (UC) do SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (SNUC)

O QUE É UMA RDS?
As RDS são destinadas exclusivamente às populações tradicionais e somente são criadas se a comunidade manifestar interesse.
Lembrando que para criar devem ser feitos estudos prévios
É uma área natural que abriga populações tradicionais, que são aquelas cuja existência baseia-se em sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais,  desenvolvidos ao longo de gerações e adaptados às condições ecológicas locais e porque se reconhece que desempenham um papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da
diversidade biológica

QUALQUER PESSOA PODE SE AUTO-DETERMINAR MEMBRO DA “POPULAÇÃO TRADICIONAL?”.

NÃO. Os grupos se auto-determinam porque “sabem” que são do mesmo grupo. Os conceitos de comunidade tradicional estão estabelecidos no Decreto Federal 6040/2007 e de patrimônio cultural na constituição.
TEM COMO OBJETIVO

Preservar a natureza e, ao mesmo tempo, assegurar as condições e os meios necessários para:
– a reprodução e a melhoria dos modos e da qualidade de vida e exploração dos recursos naturais  das populações tradicionais, bem como valorizar, conservar e aperfeiçoar o conhecimento e as técnicas de manejo do ambiente, desenvolvido por estas populações
COMO SE FAZ

  • A comunidade elabora um pedido solicitando ao órgão ambiental do Governo para estudar a possibilidade de criar uma RDS (ou uma RESEX), dizendo porque se considera tradicional e o seu compromisso com a preservação (do ambiente e da cultura);
  • O órgão ambiental, que pode ser da Prefeitura (nível municipal), ou a Fundação Florestal (nível estadual) ou o Instituto Chico Mendes (nível Federal), vai receber o pedido e provavelmente virá até a comunidade para conversar e explicar cada categoria;
  • O órgão ambiental vai realizar os estudos que incluem desde saber de quem é a propriedade da terra, até os estudos sobre a tradicionalidade, o modo como se organiza a comunidade e a caracterização e qualidade do ambiente.
  • Se a conclusão for favorável à criação da unidade, se faz o projeto da lei ou de decreto (municipal, estadual ou federal) conforme o órgão público que vai propor a criação.
  • Passo seguinte, se faz a consulta pública – para ouvir a opinião de toda a sociedade interessada e só depois se encaminha o projeto da Lei e do Decreto finalizado (no nível estadual é o CONSEMA que realiza essa etapa) .

COMO É FEITO A GESTÃO
§ 4o A Reserva de Desenvolvimento Sustentável será gerida por um Conselho Deliberativo.

Um grupo de pessoas, formado por moradores tradicionais da reserva (metade) e a outra metade por representantes do governo e da sociedade civil.
Presidido pelo órgão público que criou a Reserva.
Esse grupo é quem decide sobre as questões da reserva.
É esse grupo que discute e decide as regras de convivência da comunidade, do uso e conservação dos recursos e do território, de recebimento de visitantes, enfim…
Pra isso, tem instrumentos para planejar – Plano de Utilização (que se faz logo depois que se cria a RDS) e Plano de Manejo.

A COMUNIDADE PODE FAZER QUALQUER COISA NA  RDS ?
Não;   Tem regras.  Em primeiro lugar, as regras da Lei.
Constituição, Lei da Mata Atlântica, Código Florestal, outras…
Em segundo, as regras discutidas pela  comunidade e ratificadas pelo seu Conselho Deliberativo

  • As terras da RDS são de domínio público, transferidas aos moradores tradicionais através de Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU);
  • O CDRU é o instrumento pelo qual o Poder Público – detentor da área – transfere o usufruto para a comunidade tradicional.
  • Nele há um acordo para a utilização do bem público
  • Enquanto existir o uso adequado da área, segundo o contrato, subsiste o direito real a essa utilização, podendo ser transferido esse direito para os herdeiros

“POPULAÇÃO TRADICIONAL” “São grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição”
Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais – 2007

Serapião Leite
expõe na Praia Branca

O artista plástico Serapião Leite apresenta no Larica’s Point Restaurante e Pousada, a exposição Serapião Oceano Art.

A mostra fica aberta ao finais de semana no local e reúne trabalhos do artista que busca inovação na arte, sempre em contato com a natureza.

O Larica’s Point Restaurante e Pousada fica localizado próximo a primeira saida para faixa de areia da Praia no sentido direito da Praia Branca, Guarujá (SP)