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Prainha Branca é lição de vida!

Vista do Bar Siri com Toddy

A Prainha Branca é um desses lugares.

Natureza imponente, pura, viva, daquelas que te fazem parar e pensar que realmente algo divino existe no mundo; esta é só uma das sensações poéticas que a Prainha Branca pode trazer.

Mas é também um dos locais onde se aprende a quem sabe observar ou convive o social da comunidade, um valor básico, e que infelizmente nas grandes megalópoles perdeu-se no tempo, perdeu-se no caos da sobrevivência desta grande aglomeração urbana.

Vista do Bar Siri com Toddy

 

Já disse em seus pensamentos o Grande Amyr Klink: – “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

E partindo deste pensamento, posso falar com certa autoridade, a experiência única e transformadora de se aprender sobre uma comunidade.

Viajar expressa o ato de conhecer lugares, pontos, a história, a geografia e os costumes de um lugar.

E passar a viver em uma viagem.

É  poder também fazer uma viagem pra dentro de si, e agregar novos valores.

A Prainha Branca é um desses lugares.

Natureza imponente, pura, viva, daquelas que te fazem parar e pensar que realmente algo divino existe no mundo; esta é só uma das sensações poéticas que a Prainha Branca pode trazer.

Mas é também um dos locais onde se aprende a quem sabe observar ou convive o social da comunidade, um valor básico, e que infelizmente nas grandes megalópoles perdeu-se no tempo, perdeu-se no caos da sobrevivência desta grande aglomeração urbana.

Irmandade; o substantivo feminino que pode definir a maior lição social que a Prainha Branca e outras comunidades Caiçara podem agregar as pessoas.

Este conceito de irmandade pode ser observado nesta vila caiçara que construiu suas raízes e sua história em uma união ímpar com o único propósito de manter ali sua cultura e união.

Um lugar onde se aprende que ajudar o próximo, respeitar o meio ambiente, respeitar os mais velhos e as crianças são lições básicas.

Um lugar onde se aprende e prova-se que juntos, constrói-se um caminho melhor… esta é uma alusão à revitalização da trilha de acesso hoje feita de pedras, que foi construída através do esforço e o suor de seus moradores.

Um esforço comunitário que é a prova de que sozinho; ninguém constrói um caminho sólido.

Outros tantos exemplos deste esforço podem ser esboçados, desde as compras do Supermercado que chegam através das pequenas lanchas e que alguém sempre ajuda a descarregar, até no esforço de ajudar alguém enfermo.

Basta apenas sentar-se a beira mar e observar atentamente o vai e vem de seus moradores.

Esta Praia pode de forma profunda tocar um bom observador, ensinar valores que os livros não podem citar; modificar o seu modo de ver a vida e a sua convivência em sociedade, que podem mudar seu comportamento, esta praia pode ensinar todos os dias uma nova lição.

Um profundo pensamento intimo que descreve o lado filosófico e prático, perdido nos dias de hoje.

Lições humanitárias aprendidas na bela Prainha Branca.

 

Por Beth Mello

Referencia Amyr Klink – Fonte: http://pensador.uol.com.br/viajar/

Camping A Toca da Garoupa

Olá Pessoal!

Nestes últimos meses estivemos em reforma para melhor atende-lo e atender as políticas de meio ambiente local!
Mas queremos avisar que já estamos funcionando.

Visite nosso site www.atocadagaroupa.com e conheça os nossos Quartos Surf Camping!

Aguardamos a sua presença a este santuário ecológico. Faça já a sua reserva!

Aloha!

A Toca da Garoupa

dora@atocadagaroupa.com

11.97670.7344 (Dora)
11.99287.9242 (Marcel)
13. 8143.9714 (Max – Barco para travessia)

 

Pascoa Surf Reggae

Laricas Point – Praia Branca – Guarujá – SP

Apresenta: TRIO DA LUA
Bandas ao Vivo 06/07/08 de Abril 2012

1º Encontro Slackline no Litoral – Arte do equilibrio

Laricas Point – Praia Branca – Guarujá – SP

Apresenta:1º Encontro Slackline no Litoral

Apartir das 13 Horas dos dias 06/07/08 de 2012

Praia Branca

Praia Branca - Guarujá

Ela é considerada uma das orlas mais bonitas do litoral paulista e do Brasil. Situada na reserva ambiental da Serra do Guararu (Guarujá), Praia Branca (o nome deve-se a cor de suas areias) já começa a se destacar na região por ser isolada.

O acesso ao “paraíso escondido” é feito por uma trilha pela mata atlântica de cerca de 20 minutos que parte da balsa de Bertioga. Nela há lanchonetes caso seja necessária uma parada estratégica. Outra opção é fazer o caminho de barco. Clique em Serviçois

Comunidade Caiçara

A palavra “caiçara” tem origem tupi-guarani. Caa significa pau, mato; içara quer dizer armadilha. Caiçara é um tipo de proteção feita de galhos e varas que os índios usavam em volta de suas casas ou para pescar. Com o tempo, a palavra passou a ser usada para identificar esse povo que leva uma vida moldada pelo mais diversificado e recortado trecho litorâneo do país. O território caiçara se estende desde a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, até o norte de Santa Catarina, incluindo o litoral de São Paulo e do Paraná. Inicialmente designava apenas a indivíduos que viviam da pesca de subsistência. Mais tarde, o termo caiçara veio designar diversos itens de cunho cultural no litoral brasileiro, mais precisamente no sul e sudeste.

As comunidades caiçaras nasceram a partir do séculoXVI da miscigenação de brancos de origem portuguesa com grupos indígenas das regiões litorâneas do estado de São apulo (Tupinambás) e do oeste fluminense. Também houve o aporte de negros libertos que se afastaram das influências das áreas urbanas (cidades e vilas).

As populações tradicionais caiçaras têm tido, cada vez mais, seu modo de vida  alterado irreversivelmente com o contato e à exposição direta com uma cultura diversa que se sobrepõe cada vez mais à sua, os jovens caiçaras são os mais vulneráveis a incorporar o que os meios de comunicação, turistas e moradores de áreas urbanas colocam como padrão de práticas culturais e sociais.

Na comunidade caiçara da Prainha Branca, localizada no município do Guarujá, em São Paulo, a realidade é essa: milhares de turistas todos os anos. O contato diário demuitos moradores com áreas urbanas , rádio e televisão presentes desde a chegada da energia elétrica, em 1982. Diante da modernidade, sua cultura, suas práticas, costumes, valores e seu modo de vida tradicional, acabam sendo subjugados, até mesmo por seus jovens locais, entre os quais alguns nem sequer se reconhecem como caiçaras.

Como agravante dessa situação de metamorfose de sua identidade, que relega diversos aspectos de sua cultura à memória, e que deixam de existir na prática, destacamos o perigo que essa população corre de perder suas terras caso essa identidade seja diluída, num contexto em que autoridades poderiam, futuramente, deixar de reconhecê-los como caiçaras, já que parte considerável dos jovens locais está migrando para as cidades e/ou não se auto-identifica como caiçara, sobretudo em situação em que a identidade deveria ser ainda mais presente, revelando-se como resistencia à especulação imobiliária presente nessa área do litoral paulista .

Os condomínios luxuosos instalados nas praias de Iporanga, São Pedro e Taguaiba,  são um exemplo do que tem acontecido em todo litoral, com a remoção das Comunidade Caiçara, privatização das  praias, violação do direito de ir e vir das comunidades do entorno .

A Política Ambiental implementada na região desconsidera historicamente a presença das comunidades nos seus territórios, proibindo-as de manter práticas tradicionais como plantar e pescar e até mesmo construir ou reformar suas moradias, através de uma estratégia de intervenção incompatível com as possibilidades de manejo sustentável da biodiversidade na Mata Atlântica.

Com o fim da pesca como principal atividade de sustento dos habitantes da Prainha Branca, temos que buscar  pontos que continuem identificando essa população como caiçara, especialmente no contexto de uma comunidade cada vez mais integrada aos valores urbanos que caracterizam nossa sociedade atual. A resposta poderia ser seu vínculo com o mar, de caráter fundamentalmente simbólico, e a manutenção de certos elementos culturais próprios, como suas festas, lendas, músicas e artesanatos tradicionais, a prática do mutirão, as decisões comunitárias , entre outros elementos. Um dos pontos de unidade da população da Prainha Branca, além de certos elementos culturais e sociais próprios, cada vez mais relegado ao passado, é a luta pelo direito sobre suas terras, das quais se apossaram há muito tempo. Vemos a incorporação de alguns valores modernos como algo bastante arriscado para a manutenção de tal luta.

Carnatureza 2012

Guarda Vidas

Guarda Vidas - Praia Branca

Foto – Beth Mello

Durante a alta temporada (Dezembro a Março) a Praia Branca recebe uma equipe treinada pelo Corpo de Bombeiros de trabalha em escala das 7 horas  da manhã as 19 horas da noite.

Os Guarda Vidas que trabalham na Prevenção e Salvamento em sua maioria são da comunidade.  Esta atitude vem passando de geração em geração.

Um dos primeiros Guarda Vidas da Praia foi Agnaldo, depois dele alguns outros moradores começaram a dar apoio aos Guarda Vidas (Militar)  que na época guarnecia a praia. Muitos de nosso Guarda Vidas tiveram sucesso e trabalham hoje em Clubes, Parques e até mesmo em outras praias, como a famosa Riviera de São Lourenço – Bertioga.

O Ex- Guarda Vidas Markus Harum que trabalhou de 2001 a 2003, afirma que a orientação das familias e banheista que frequentam a praia é a melhor maneira de prevenir afogamento, e indica o canto direito da praia como o melhor local para o banho de mar.

Para os adeptos dos esportes como surfe o lado esquerdo tem condições ótimas de ondas, começando do Laricas Point até o Cantão, como é chamado o canto esquerdo da praia.

Folia de Reis

Do dia 01 de janeiro a 06 de janeiro
Um grupo de foliões visita todas as casas tocando e cantando musicas  de reisado com instrumentos tradicionais.

Larica’s Point Restaurante e Pousada

Larica´s Point tem orgulho de oferecer completa infra-estrutura de hospedagem e alimentação em uma das praias mais bonitas de São Paulo. Um verdadeiro paraíso conhecido por Prainha Branca. A Praia Branca, que incorpora, em seus 1.350 metros de extensão de praia, o contraste de ondas fortes no seu lado esquerdo ideais para prática de surf, e mar calmo e águas límpidas no lado direito proporcionado por uma ilha muito próxima que pode ser alcançada a pé. O restaurante fica de frente para o mar, proporcionando momentos inesquecíveis e de prazer aos visitantes que por ela passam.

Contato e Reservas:  (+55xx13) 3305-6104 / 3305-6105

“Nestes últimos dias recebemos relatos de Clientes e Amigos que tentaram entrar em contato no período de Janeiro a Março, mas o telefone não foi atendido, posso explicar que a localização da pousada e Restaurante Larica’s Point fica em uma região montanhosa e de “Mato fechado”, com acesso por uma trilha ou de Barco. Portanto galhos vivem a cair em cima dos fios cortando os mesmos, outra ora a maresia se encarrega de causar dados internos na fiação. Contamos com a sua compreensão e esperamos que venha conhecer a Praia Branca e o Larica’s Point como anfitrião do seu lazer.”

Aloha! Namastê!

Marcos Aurélio

Proprietário

PRAINHA BRANCA O VERDADEIRO PARAÍSO!!!!!